Estação de Tratamento de Esgoto Sanitário - Aeróbia

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Estação de Tratamento de Esgoto Sanitário Aeróbia

Sistema e estação de tratamento de efluentes líquidos de origem não industrial. Podem ser combinados vários volumes, variando de 1.250 a 1.640.000 litros de efluentes / dia.

Estação compacta aeróbia gravitacional ou com utilização de estação elevatória, equipada com:

  • Gradeamento
  • Calha Parshall e Desarenador Duplo
  • Caixa de Gordura
  • Caixa Distribuidora de Efluentes (CDEs)
  • Reatores Anaeróbios de Fluxo Ascendente com manta de lodo, do tipo UASB
  • Filtros Aeróbios de Fluxo Ascendente, com decantação secundária
  • Filtro de Gás Sulfídrico (FGS) com opção de desinfecção por cloração rápida

 

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Descrição do produto

ETE – Sanitária – Aeróbia – Típica estação de tratamento de esgotos sanitários

Escopo básico de fornecimento: ex. para 2.000 habitantes

DADOS DE ENTRADA: (CASO TÍPICO) DBO = 400mg/l DQO = 900mg/l COB = 100 kg DBO bruta/dia (no exemplo, utilizando carga individual de 64g de DBO bruta por usuário/dia).

1 – GRADEAMENTO PRIMÁRIO ACOPLADO AO MEDIDOR DE VAZÃO TIPO CALHA PARSHALL.
Afluente com DBO = 600mg/l. Efluente com DBO = 600mg/l. Remove sólidos grotescos de forma estática, retendo-os na grade. Após a separação, o efluente passa por uma calha com canal calibrado para medir a vazão. Requer manutenção periódica.

2 – CALHA DESARENADORA DUPLA, COM “STOP-LOG” (SEPARADOR DE SÓLIDOS).
Afluente com DBO = 600mg/l. Efluente com DBO = 600mg/l. Separa partículas sólidas do efluente de forma dinâmica (precipitação). Essas se acumulam no fundo do canalete, onde um sistema de “by-pass” facilita sua retirada sem a paralisação do sistema. Requer manutenção periódica.

3 – SEPARADOR DE GORDURAS, ÓLEOS E SIMILARES POR DIFERENÇA DE DENSIDADE.
Afluente com DBO = 600mg/l. Efluente com DBO = 480mg/l. Remove óleos e gorduras não solubilizados por diferença de densidade. O tempo de detenção hidráulica é de TDH* de 20 minutos. Requer manutenção periódica.

4 – ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE EFLUENTES LÍQUIDOS (EEE). Afluente com DBO = 480mg/l.
Efluente com DBO = 480mg/l. Os efluentes são bombeados deste ponto para o UASB. O TDH (*) da EEE é de 30 minutos. Seu volume suporta picos de vazão ou a paralisação temporária do sistema. Requer manutenção periódica.

5 – REATOR ANAERÓBIO DE FLUXO ASCENDENTE DE MANTA DE LODO DO TIPO “UASB”.
Afluente com DBO = 480mg/l. Efluente com DBO = 170mg/l. (UPFLOW ANAEROBIC SLUDGE BLANKET). Processa a reação anaeróbia. É equipado com difusor central, separador trifásico, retentor de escuma, defletor cônico, válvulas de manobra, coletor de gases metano e sulfídrico, calha vertedora e selo hídrico. Possui TDH (*) entre 6 e 10 horas. Requer manutenção periódica.

6 – PÓS-TRATAMENTO POR FILTRO AERADO DE LEITO SUBMERSO. Afluente com DBO = 170mg/l.
Efluente com DBO = 34mg/l. Os efluentes líquidos provenientes do reator do tipo UASB chegam por gravidade ao interior do FALS (Filtro Aerado de Leito Submerso). O comportamento deste filtro é similar ao comportamento biológico de lodos ativados. O que difere é a integração da câmara de reação com a câmara de decantação que são interligadas pela parte inferior dos tanques. Requer manutenção periódica e operação.

7 – CDE / CRE / CI – CAIXA DE RECEPÇÃO E INSPEÇÃO DE EFLUENTES: Afluente com DBO = 34mg/l.
Efluente com DBO = 34mg/l. Recebe o efluente tratado do sistema ou da ETE. É onde se coletam amostras para análise laboratorial de qualidade dos efluentes. Não requer manutenção periódica.

8 – FILTRO DE GÁS SULFÍDRICO (FGS)*. Afluente com DBO = 170mg/l.
Efluente com DBO = 34mg/l. Utilizado para neutralização de maus odores provenientes da biodigestão anaeróbia. O filtro recebe pastilhas de cloro estabilizado, que dissolvem e neutralizam o gás sulfídrico. O cloro não é descartado no corpo receptor final. Fica armazenado onde o gás neutralizado é liberado lentamente para a atmosfera. Requer manutenção periódica na operação e não faz parte do fluxo da ETE, sendo instalado em paralelo.

Obs: FGS(*) não é CLORADOR. Os “cloradores” geralmente são colocados como responsáveis pela formação de compostos “organos-clorados”, ou “dioxinas” (substâncias tóxicas), que em alguns casos são responsáveis pela eutrofização de corpos receptores finais. Muitos órgãos ambientais, fundamentados no CONAMA 357/05 são contrários à aplicação de cloradores em efluentes líquidos, devendo o controle de coliformes totais e fecais, neste caso, ser feito através de exposição do efluente a um feixe de raios ultravioleta em câmara fechada. Consulte a legislação de seu Estado.

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